Crônicas de Luiz Paulo Miranda
Quem sou eu
- Crônicas de Luiz Paulo Miranda
- Carapicuiba , são paulo, Brazil
- Advogado inscrito OAB/SP n° 391.112; Graduado em Direito pela Faculdade da Aldeia de Carapicuíba (FALC); Pós-graduando em Ciências Criminais e Direito Tributário pela Faculdade Legale. Tem 32 anos e reside no município de Carapicuíba/SP. Watss App n°(11) 981685890.
domingo, 29 de março de 2026
Onde Fica o Botão
O Amor Acontecer
sexta-feira, 27 de março de 2026
Amor que Vale A Pena Viver
sábado, 21 de março de 2026
Uma Muleta
Nunca gostei de aplicativos de relacionamento, embora não tenha tido muita sorte fora deles... Sim, rola alguns flertes aqui, outro ali, mas, em vias de regra, tenho me arrumado em Tinder, Face Namoro, Denga Love etc... Porém, eu não sei se o tipo de conexão que sonho se encontra por ali, sabe? Aliás, acho que, depois da última tentativa, tenho certeza que não.
Eu tinha a teoria de que a maioria das pessoas que lá estão, isto é, em aplicativos de relacionamento, estão quebradas, doentes, tipo psicologicamente, e buscam alguém que as conserte ou um cuidador de luxo. Tipo o cara que vai segurar sua mão na crise de ansiedade ou tentar evitar que corte os pulsos por conta da depressão. Ou seja, uma verdadeira muleta humana, um estepe depois de os exmarido ou namorado tê-las deixado destruídas por dentro e vivendo à base de antidepressivos.
É isso aí, vivemos meio que uma epidemia de depressão e ansiedade que não dá pra entender. Vai por mim, nem especialistas e pessoas da área da saúde se salvam, aliás, são os mais loucos. É uma galera nova que se afunda em antidepressivos e uma mulherada que vem carregada de traumas absurdos, seja por passado de abuso no seio familiar ou por marcas e cicatrizes de um relacionamento tóxicos...
Bom, eu devo ter os meus traumas também, mas isso nunca atrapalhou minha vida. Sem contar que, muitas das vezes, não vêm sozinhas: vêm junto filhos problematicos, um ex psicopata, dívidas, família duvidosa, doenças etc...
Fato é que eu venho colecionando fracassos ao longo da vida, o que me leva a várias reflexões. Uma delas é se nasci mesmo pra essa porra, tipo ter alguém e pertencer a alguém. Já que a liberdade é algo que gosto, mas, por outro lado, amo a vida a dois, sabe? Cuidar e ser cuidado. Amo o rolê a dois, viajar, fazer coisas malucas, comer em locais exóticos e ter experiências. Acho que é o que fica, né? As experiências vividas. O resto são apenas histórias...
Acho que por isso tentei tanto salvar o meu casamento, mesmo quando nem acreditava mais na pessoa. E confesso que, se não estivesse num grau extremo de insuportabilidade, se a felicidade dos outros não estivesse em jogo e sem um incentivo da outra parte, estaria tentando até hoje...
Eu detesto essa vulnerabilidade. Me abrir pra alguém, deixar que conheça um lado que pouco conhece é tão perigoso. Sim, é ruim se abrir pra alguém, mostrar seu lado mais frágil e deixar nas mãos de outros o poder de te destruir emocional e, quem sabe, psicologicamente.
Sem contar que essa parte do processo de conhecimento é chata: se inserir dentro de outra família, conhecer pessoas e trazer alguém pra sua vida é pra lá de arriscado. Às vezes, um suicídio.
As pessoas são cruéis, as relações são frágeis e, como disse no começo, as pessoas são quebradas, doentes e à procura de alguém que as conserte.
No fim das contas, somos apenas uma muleta.
sexta-feira, 20 de março de 2026
Golpe da Vez
Então é assim, eu vou escrever,
Falar por falar não tem graça…Já até sei o que está por acontecer,
É sempre isso, não importa o que eu faça.
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Talvez seja apenas um descuido,
Ou não seja para mim essas paradas do coração,
Costumava dizer ter o controle de tudo,
Principalmente daquilo que envolve a emoção.
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Então, olha eu aqui outra vez,
Questionando a se mesmo onde errei.
Culpando Deus e o mundo pelo que destino me fez,
Pois, palavras foram ditas e, como um besta, eu acreditei.
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Eu não sou de julgamento,
E, eventuais promessas, deixa o vento levar.
Não sou de ficar triste, chorar ou de sofrimento,
Eu acuso o golpe e, na estrada da vida, continuo a caminhar.
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Por Luiz Paulo Miranda
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domingo, 15 de fevereiro de 2026
Desabafo de Hoje
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Olha Nós Aqui Outra Vez
Onde Fica o Botão
Tenho pensado muito a seu respeito e até onde a sua existência não se trata de mais um invenção da humanidade a fim de justificar sua incomp...
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Muito fingem ser o que não é e com isso acabam atraindo para perto de si o que não presta, em outras palavras, cobras enrustidas de amigos...
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Logo eu que sempre dei valor às coisas simples, que sempre amei um olho no olho e desprezava os outros meios, eu que acreditei que amar é ...
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Carta ao Leitor Vivo me perguntando o que são as memorias e por que elas me aterrorizam tanto? Serão elas fantasmas que vivem a nos at...