Os sonhos me chamaram,
Mas debaixo de suas asas não quis sair.
À força, então, me arrancaram
E, um novo caminho, eu tive que seguir.
Bom Dia
Vou ficar onde estou,
Talvez escrever uma
poesia.
O entusiasmo de
outrora, o tempo levou,
Restando apenas a casca onde existia.
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Hoje não quero ver ninguém,
Sem ansiedade nem
depressão.
Nessa história
deixarei de ser seu refém,
E o fantoche no seu jogo de sedução.
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Pois é...
Eu não ligo mais pra
nada.
Na sua vida não serei
mais um qualquer,
A pessoa que vive a
ser usada,
Pois encima de mim,
tú não põe mais pé
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Então, a mala será feita,
A mudança irá partir.
Nesse teatro, nunca
existiu vida perfeita,
Mas obrigações que não
irei mais cumprir.
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Por Luiz Paulo
Miranda
Num 15 de agosto o luto se tornou eterno, Vai e volta, uma saudade que não acaba mais. Jaz aqui o último poema desse maldito caderno. Pois é...