Noutras vezes até triste demais.
Assim, tomado por uma maldita preguiça,
Não lamentando a falta que você me faz.
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Quando a conheci, era eu a fera acanhada,
Talvez não tão cheia de beleza,
Tú protagonizaste meu conto de fada,
Tornando-se minha verdadeira riqueza.
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Não sei muito dos porquês da vida,
Só agradeço por cada dia.
Sou outro homem após sua partida,
Um outro ser longe de sua companhia.
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O destino a de nós dizer,
Dar a cada qual o que é seu por direito.
Quem sabe uma nova razão para viver,
E dessa vez poder fazer de outro jeito.
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Por Luiz Paulo Miranda
