Quem sou eu…
O vilão ou o mocinho?
Fui atrás do que o destino me prometeu,
E eis-me aqui contemplando as estrelas ainda mais sozinho.
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Quem será que eu sou,
Nessa porra de história.
Não curti nada do que destino me reservou,
Pois vejo-me um refém dos fantasmas da memória.
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O cara no espelho, ouvir um pouco mais,
Vivo a conversar e até a discutir sozinho.
Sim, chega uma hora que tanto faz,
Pois, além de curvas, muitos são os obstáculos independente do caminho.
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Quem sou eu nessa maldita história,
Pois vivo uma guerra sem trégua e sem fim.
Nem todo triunfo tem sabor de vitória,
Pois a cada passo encontro um novo pedaço de mim.
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Por Luiz Paulo Miranda
