Somos peças uma imensa engrenagem,
Eu, você, nós, todo o mundo.
Quem não se adapta torna-se selvagem,
Na vida real inexistente dama e vagabundo.
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Sim, não existe princesa e prebeu,
Num 15 de agosto o luto se tornou eterno, Vai e volta, uma saudade que não acaba mais. Jaz aqui o último poema desse maldito caderno. Pois é...