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Sou poeta e não vou me esconder,
As palavras flutuarão pelo ar.
Poucos hão de entender,
Porém, no seu coração hão de penetrar...
E um milagre há de acontecer.
Num 15 de agosto o luto se tornou eterno, Vai e volta, uma saudade que não acaba mais. Jaz aqui o último poema desse maldito caderno. Pois é...